O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reajustou o Bolsa Família em 15% durante a campanha eleitoral, medida que foi validada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o reajuste é compatível com a responsabilidade fiscal. O aumento, anunciado na quinta-feira, foi considerado pelo ministro Gilmar Mendes como uma atualização dos valores pelo critério de correção monetária. A decisão do STF, que acolheu pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), reconheceu que não houve violação eleitoral. O reajuste foi feito após reunião com mulheres e em resposta a críticas sobre o custo de vida. O aumento do benefício foi visto por alguns como uma estratégia para mudar o foco da campanha eleitoral. O ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, questionou a medida, considerando-a como um exemplo de populismo. A medida também foi apoiada por políticos que realizaram atos de campanha em regiões eleitorais.
Lula reajuste Bolsa Família durante campanha eleitoral


























