A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de prejudicar a liquidez do mercado ao declarar que não irá injetar recursos no Banco de Brasília (BRB) para ajudá-lo a superar a crise. A declaração, feita durante uma campanha eleitoral, foi classificada por Celina como um "crime" e levou a uma ação direta ao Supremo Tribunal Federal (STF). A governadora encaminhou ao ministro Luiz Fux uma solicitação para que o STF analise a posição de Lula, que, segundo ela, representa uma resistência política ao apoio ao banco.
A posição de Lula, que afirma não ter intenção de ajudar o BRB, gerou reações em diferentes setores. A CVM (Comissão de Valores Imobiliários) também foi envolvida, com a governadora dizendo que as palavras do ex-presidente podem ter impactos negativos no mercado financeiro. A situação reforça a tensão entre o ex-governante e o setor financeiro, com críticas sobre a falta de compromisso com a estabilidade econômica. A questão ainda não foi resolvida, e o caso segue em análise pelo STF.


























