A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheça a constitucionalidade do reajuste de 15,04% no Bolsa Família. A medida, aplicada pelo governo, busca alinhar o benefício com a inflação. Paralelamente, o ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi designado relator de ação movida contra o reajuste, apresentada por Renan Santos, candidato do partido Missão. A disputa envolve ações que questionam a legalidade da medida, com possíveis implicações políticas.

No mesmo contexto, o STF também julga a cobrança diferenciada de planos de saúde para idosos, tema que está na pauta do plenário. O Estatuto da Pessoa Idosa proíbe a cobrança de valores adicionais por idade, mas o julgamento busca harmonizar decisões anteriores. Além disso, o presidente do STF, Edson Fachin, retirou de pauta um julgamento que poderia envolver a atuação de um ministro.

A crise no STF, segundo o presidente do PT, Edinho Silva, prejudica Lula, mas ele afirma ter se posicionado corretamente. A situação reflete a complexidade das demandas que envolvem ações contra o ex-presidente e a gestão atual. O plenário do STF segue com julgamentos que podem impactar políticas sociais e a imagem do governo.