A Agência Nacional de Mineração (ANM) alertou que o Brasil possui menos de 50 especialistas capacitados para a separação de terras raras, o que constitui um gargalo para o desenvolvimento das cadeias produtivas. A avaliação foi feita após a implementação de novas políticas que visam regularizar a exploração mineral. A escassez de profissionais qualificados levanta preocupações sobre a capacidade do país de aproveitar os recursos naturais de forma eficiente e sustentável.
A ANM destacou que a falta de expertise técnica limita a capacidade do Brasil de competir internacionalmente no setor de terras raras, materiais essenciais para tecnologias modernas. Especialistas apontam que a formação de novos profissionais é lenta e que a demanda cresce com a expansão do setor. A situação reforça a necessidade de investimentos em educação e capacitação para alinhar a oferta de mão de obra com as demandas do mercado.
O desafio é ainda maior diante da crescente importância das terras raras na produção de baterias e componentes eletrônicos. A ANM enfatiza que a falta de profissionais especializados pode atrasar projetos estratégicos e comprometer a posição do Brasil no cenário global de mineração. A agência pede ações urgentes para fortalecer o setor e garantir a sustentabilidade das atividades.


























