Lula da Silva reajustou o Bolsa Família durante a campanha eleitoral, em resposta a críticas sobre o custo de vida. A medida foi anunciada após uma reunião com mulheres, que destacaram o impacto da inflação e da crise econômica. O presidente destacou que o reajuste busca aliviar a situação de famílias em situação de vulnerabilidade.

O ajuste foi visto por alguns como uma estratégia política para desviar o foco da crise eleitoral. O ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, criticou a medida, chamando-a de "populismo" e questionando a prioridade do governo. Além disso, ações judiciais foram movidas contra o reajuste, com o ministro André Mendonça sendo designado relator no STF.

A medida gerou reações contrárias e favoráveis, com debates sobre a eficácia do programa e sua relação com a campanha eleitoral. O reajuste também foi associado a temas como combustíveis e endividamento, que impactam a população. A eleição está perto, e o ajuste do Bolsa Família se torna um ponto de discussão relevante.