O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reajustou o Bolsa Família antes das eleições, uma medida que gerou reações políticas e judicial. O reajuste, feito após reunião com mulheres e em resposta a críticas sobre o custo de vida, atingiu R$ 227 bilhões e retomou comparações com a gestão de Jair Bolsonaro em 2022. O governo nega que a medida tenha motivação eleitoral, mas o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, questionou a prioridade do governo, chamando a medida de "populismo".
A decisão do governo também gerou ações judiciais. O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, foi sorteado relator de uma ação movida por Renan Santos, candidato do Partido da Sociedade Civil, contra o reajuste. A medida, que inclui ajustes nos combustíveis, também foi criticada por seu impacto no orçamento público.
O reajuste do Bolsa Família foi acompanhado por debates sobre a prioridade dos gastos públicos. O petista identificou combustíveis, endividamento e bets como temas que provocam desgaste. Apesar da negação do governo sobre motivação eleitoral, a medida é vista como parte da campanha de Lula para reforçar sua base de apoio.


























