O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Roberto Alvim, admitiu que a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) prejudicou a imagem do partido e afetou a campanha eleitoral. A situação envolvendo ministros do governo Lula da Silva, incluindo acusações de corrupção e desvio de recursos, gerou desgaste político. Alvim reconheceu que o partido sofreu com a divulgação de escândalos que envolveram figuras importantes.

Além disso, o PT enfrenta críticas por parte de partidos de oposição, especialmente sobre o reajuste do Bolsa Família. O aumento de 15% no benefício social foi alvo de comentários negativos, com o PL acusando o governo de irresponsabilidade fiscal. A campanha de Lula busca aproveitar essas críticas para fortalecer sua imagem.

O candidato ao governo do Rio, Eduardo Paes, também se posicionou sobre a ausência de Lula em agendas no estado. Ele negou que evitasse aparecer ao lado do presidente para afastar eleitores bolsonaristas. A campanha do PT, no entanto, continua enfrentando desafios internos e externos, com a crise do STF sendo um dos principais fatores de desgaste.

O partido também lançou uma nova estratégia para atrair eleitores evangélicos, associando ações de Lula à Bíblia. A campanha busca diversificar seu público e reforçar a imagem do candidato. Apesar das dificuldades, o PT continua a mobilizar apoios em diferentes regiões do país.