Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, foi alvo da segunda fase da Operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal. O ex-governador Cláudio Castro, também ligado ao bolsonarismo, foi um dos nomes investigados na operação, que visa apurar corrupção no governo. A investigação envolve acusações de desvios de recursos públicos e práticas ilegais no setor público.
A operação intensificou a pressão sobre o grupo de apoio a Bolsonaro, que já enfrenta críticas por envolvimento em diversas investigações. Durante a pré-campanha, o senador foi acusado de ter seu nome filiado à legenda por um dirigente da Missão, o que gerou uma investigação por inserção de dados falsos em sistema eleitoral.
Além disso, o patrimônio declarado por Flávio Bolsonaro cresceu 370% desde a última eleição, o que gerou questionamentos sobre transparência. Apesar disso, o pré-candidato segue com força na corrida eleitoral, com apoio de aliados e movimentos políticos. A campanha eleitoral de Bolsonaro, no entanto, está sob olho atento da Justiça e da opinião pública.
A situação reforça a complexidade do cenário político brasileiro, com nomes ligados ao governo e à oposição envolvidos em investigações. A PF continua a atuar com rigor, buscando esclarecer os fatos e manter a legitimidade do processo eleitoral.






























