Os democratas conquistaram maioria no Senado e na Câmara dos Representantes nos Estados Unidos nas eleições de meio de mandato, em 2 de novembro de 2026. O resultado representa uma virada política significativa, com o partido da oposição ao presidente republicano Donald Trump ganhando poder nas duas casas do Congresso. A vitória é vista como um revés para Trump, que perde o controle da política interna americana.

A onda azul, como é chamada a tendência democrata, transformou cadeiras em estatísticas de poder, com o Senado e a Câmara agora sob controle do partido. A vitória dos democratas pode dificultar os planos de Trump dentro do país, levando a uma maior concentração de suas ações na política externa, especialmente no Mecanismo de Defesa do Oriente Médio. Analistas acreditam que o controle democrata do Congresso imporá freios ao estilo de governo de Trump.

O resultado também teve impacto internacional. O Kremlin espera que Trump continue seus esforços de paz na Ucrânia, enquanto o Irã comemora a rejeição de Trump pelas eleições. No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi associado à vitória democrata nos EUA, com o líder espanhol Pedro Sánchez destacando a conexão entre os resultados eleitorais. Além disso, autoridades americanas investigam conversas entre Trump e o chatbot Grok sobre operações militares na Venezuela.

A eleição de 2026 marcou uma mudança de direção na política norte-americana, com implicações para relações internacionais e ações governamentais. A vitória dos democratas abre novas possibilidades de reequilíbrio político e influência global.