Flávio Bolsonaro, senador brasileiro, fugiu do Brasil após descumprir uma ordem judicial que o obrigava a entregar seus passaportes à Polícia Federal. Ele deixou o país em duas caminhonetas, acompanhado por sua família e por um ex-agente da Mossad, e viajou para Miami em um jato privado. A fuga foi preparada antes das eleições presidenciais, segundo informações de uma operação com apoio internacional.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, afirmou que não tem planos de se encontrar com Flávio Bolsonaro, mas disse que ele pode ficar nos EUA pelo tempo que quiser. Apesar de defender a permanência do senador no país, Trump afastou a possibilidade de um encontro. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, também afirmou que os EUA não facilitaram a fuga de Flávio.

A fuga de Flávio Bolsonaro gerou críticas e debates sobre a legalidade da saída do Brasil. O ministro de Lula, José Guimarães, comentou que os brasileiros viraram "fardo político para Trump". A situação levanta questões sobre a cooperação internacional e a aplicação da lei.

A fuga de Flávio Bolsonaro é parte de um contexto maior de tensões políticas e desafios legais entre o Brasil e os Estados Unidos. A operação envolvendo apoios internacionais e a reação de Trump destacam a complexidade da situação. A permanência de Flávio no país ainda é um tema de discussão e observação.