Flávio Bolsonaro, senador eleito pelo PL, deixou o Brasil após a derrota eleitoral no segundo turno das eleições presidenciais. A informação foi confirmada por seu advogado, Frederick Wassef, que afirmou que o senador foi "pego de surpresa" com a saída. Wassef destacou que Flávio não estava em contato com o partido desde terça-feira (27.Out).
O líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), denunciou ações de apoiadores radicais de Flávio contra eleitores do ex-presidente Lula. Segundo Pimenta, haveria uma campanha organizada para perseguir trabalhadores que votaram em Lula. A denúncia foi feita após o resultado eleitoral, que mostrou a vitória de Lula com 55,1% dos votos.
No Espírito Santo, Flávio Bolsonaro obteve 56,37% dos votos, contra 43,63% de Lula. A faculdade de São Paulo foi condenada a pagar R$ 10 mil a uma aluna, mas isso não está relacionado ao caso de Flávio.
O PL, partido de Flávio, discute sua organização no Congresso e os rumos da oposição. Michelle, esposa de Flávio, foi fotografada sorridente com Valdemar da Costa Neto, líder do PL, após a saída do senador.
A saída de Flávio Bolsonaro do Brasil ocorreu em um momento de tensão política, com o partido tentando reorganizar-se após a derrota. O senador eleito por São Paulo, Derrite, reconheceu a derrota, criticou a TSE e evitou comentar sobre possíveis fraudes. A situação reflete a complexidade da política brasileira após as eleições.


























