O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou a acusação do candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) de que fiscais do seu partido foram expulsos da sala-cofre durante o processo eleitoral. A informação, divulgada por Flávio, foi considerada falsa pelo TSE, que confirmou que os fiscais permaneceram na sala durante todo o tempo.

O TSE também confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições, com uma vantagem de 4,4 milhões de votos. A proclamação dos resultados ocorreu na noite de segunda-feira (26), após o horário de votação ser prorrogado por duas horas, decisão que Flávio chamou de indevida.

Apesar da prorrogação, o número de votos registrados após as 17h foi de 35 mil, o que gerou pouca alteração nos resultados finais. O TSE destacou que a transparência do processo foi mantida e que não houve irregularidades comprovadas.

Lula, que retorna ao cargo após oito anos, terá investigações sobre seu filho e aliados no novo mandato, segundo informações de uma revista. A China, por sua vez, reconheceu a vitória de Lula e projetou um futuro de cooperação com o Brasil.

O processo eleitoral foi marcado por tensões, com Flávio Bolsonaro acusando o TSE de favorecer o candidato vencedor. No entanto, o TSE reforçou que todas as regras foram seguidas e que a eleição foi realizada com transparência.