O ex-presidente do Paraguai Santiago Peña foi preso nesta sexta-feira (6) após ser destituído do cargo pelo Senado, que o acusou de "má gestão" e "violações da Constituição". A decisão foi tomada após uma sessão de impeachment que culminou na perda de seu mandato. Peña, que governou o país entre 2022 e 2025, foi acusado de ter cometido infrações graves durante seu período no cargo.

O impeachment foi aprovado por maioria no Senado, que determinou a perda de seu mandato e a prisão preventiva do ex-presidente. A medida foi vista como uma reação a uma série de críticas ao governo de Peña, incluindo acusações de corrupção e gestão ineficiente. O ex-presidente foi levado para uma cela de prisão após a decisão.

O impeachment de Santiago Peña foi uma reação a uma crise política que se agravou ao longo do seu mandato. O ex-vice-presidente Pedro Alliana assumiu a presidência após a destituição de Peña. Alliana prometeu cortar gastos e ressarcir poupadores de banco envolvido em uma crise financeira. A situação gerou tensão dentro do país, com manifestações e reações de diferentes setores da sociedade.

O impeachment de Santiago Peña marcou um momento de instabilidade política no Paraguai. A decisão do Senado refletiu uma pressão crescente por mudanças no governo, especialmente após uma série de escândalos envolvendo o ex-presidente. A nova liderança, representada por Pedro Alliana, enfrenta o desafio de estabilizar o país em um contexto de crise econômica e social.