Santiago Peña, aliado político de Donald Trump no Paraguai, anunciou sua renúncia após um escândalo envolvendo o banco digital Ueno. A decisão ocorreu durante uma crise que deixou milhões de clientes bloqueados em suas contas. Peña, economista e ex-ministro da Economia, liderou três anos de crescimento acelerado e redução de impostos.
A renúncia de Peña foi divulgada após uma investigação revelar irregularidades no funcionamento do banco Ueno. A instituição, que oferecia serviços financeiros digitais, enfrenta problemas de liquidez e operações mal gerenciadas. A situação gerou protestos e perda de confiança entre os clientes.
O governo brasileiro expressou preocupação com a saída de Peña, alegando que a renúncia enfraquece os aliados de Trump na região. A análise do Planalto indica que a instabilidade no Paraguai pode afetar relações diplomáticas e econômicas.
Peña, que era um dos principais apoiadores de Trump no continente, foi eleito em 2022 e assumiu o cargo de ministro da Economia. Sua gestão foi marcada por políticas de liberalização e redução de custos.
A crise no banco Ueno, que começou em setembro, levou a uma intervenção governamental e a uma investigação interna. A situação está em análise e pode resultar em medidas de resgate ou intervenção externa.
A renúncia de Peña representa uma derrota para o movimento conservador no Paraguai e pode reforçar a posição do Partido Democrata no país. A situação é vista como um desafio para a estabilidade política e financeira da região.



























