Manifestantes bloquearam ruas em Assunção, capital do Paraguai, após o colapso do Ueno Bank, maior banco digital do país. Sete pessoas foram detidas e um policial ferido durante as manifestações. A crise, que afeta milhões de clientes, desencadeou uma onda de protestos e pressões políticas contra o presidente Santiago Peña.

O Ueno Bank, que atendia cerca de 3 milhões de usuários, teve suas operações suspensas pelo Banco Central. A situação expôs falhas na regulação bancária do país. A ex-presidente, que renunciou após a crise, pediu calma e a devolução de depósitos. O Congresso rejeitou sua renúncia e autorizou o processo de impeachment contra Peña.

A crise impacta diretamente correntistas, aposentados e serviços de saúde. Especialistas alertam que a instabilidade pode afetar a economia nacional. A situação revela fragilidade institucional e desafios na gestão de crises financeiras.

A crise do Ueno Bank, que começou com a suspensão das operações, gerou desconfiança no sistema financeiro paraguaio. A falta de transparência e a falta de resposta rápida do governo agravaram a situação. A impopularidade do presidente aumentou, levando a protestos e pressão por mudanças.

A crise também envolve figuras públicas, como a modelo Larissa Riquelme, que está entre os clientes afetados. A situação demonstra como uma falha em um banco digital pode ter consequências amplas e políticas. A comunidade internacional observa com atenção a evolução da crise no Paraguai.