O ex-presidente do Paraguai, Santiago Peña, e o ex-presidente do Banco Central, Carlos Carvallo, foram detidos por ordem do Ministério Público, segundo informações da Polícia Nacional do Paraguai. A prisão ocorreu após Peña ter sido destituído pelo Senado em julgamento político.

O ex-presidente do Banco Central, Carlos Carvallo, foi detido ao lado de Peña, que foi informado de que ficará preso oficialmente. A investigação envolve acusações de corrupção e gestão inadequada de recursos públicos.

O Banco Central do Paraguai havia liquidado o banco Ueno, que era controlado pelo Grupo Vásquez, em que Miguel Vázquez era acionista majoritário. A Itaipu Binacional denunciou dirigentes do Ueno Bank por terem perdido cerca de US$ 163,8 milhões em recursos depositados na instituição.

A situação envolve uma série de acusações políticas e financeiras, com a prisão de figuras centrais do poder. A investigação está em andamento e pode ter implicações significativas para a política e a economia do país.

A destituição de Peña pelo Senado e sua subsequente prisão marcam um momento de instabilidade política no Paraguai, com ações de órgãos de controle e investigação. A situação reflete uma crise de confiança na gestão de recursos públicos e na transparência institucional.