O presidente do Paraguai, Santiago Peña, renunciou após uma crise política e financeira envolver seu governo e o banco digital Ueno Bank. A renúncia foi anunciada após investigações do Ministério Público paraguaio que envolveram o vice-presidente e figuras ligadas ao governo. O escândalo, classificado como o "Master paraguaio" por sua semelhança com o caso brasileiro, levou a protestos nas ruas e à perda de confiança do público.
O Ueno Bank, um banco digital, teve suas contas bloqueadas, afetando 40% da população paraguaia. A crise começou com a quebra do banco e se agravou com a suspeita de corrupção envolvendo o governo. O ex-presidente Efraín Alegre, derrotado nas últimas eleições, acusou o governo de ter participado de um esquema de corrupção.
O Ministério Público abriu investigações contra o vice-presidente e membros do governo. A senadora Esperanza Martinez pediu a prisão do presidente para evitar sua fuga, citando comparações com o caso do senador brasileiro Flávio Bolsonaro. O presidente, ao renunciar, pediu calma e cobrou a devolução dos depósitos dos clientes do Ueno Bank.
A crise política no Paraguai, que começou com um banco digital, afetou a economia e a confiança pública. O governo brasileiro avalia que a renúncia do presidente pode enfraquecer aliados de Trump na região e gerar instabilidade. A situação revela uma crise de confiança generalizada e agravada pela corrupção e pela gestão de recursos públicos.

























