O ministro André Mendonça, relator do caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu pessoalmente o banqueiro Daniel Vorcaro no início de 2025, segundo informações divulgadas. A conversa, que envolve suspeitas de corrupção, gerou reações fortes nas redes sociais, com 98% das menções a Mendonça sendo críticas. O caso, que já provocou 20,8 milhões de impactos em 24 horas, ganhou novo fôlego após relatório da Polícia Federal apontar suspeitas contra Vorcaro.
Apesar do interesse público, a primeira sessão do STF após as revelações ignorou o caso Master. O presidente Fachin priorizou sustentações orais de advogados e reduziu espaço para discursos de ministros. O ministro Moraes, citado em relatório da PF, foi visto ao lado de Mendonça, mas não houve avanço no processo.
Além disso, deputados pedem ao STF que abra o sigilo das investigações sobre Flávio Bolsonaro e Vorcaro, envolvidos no caso Dark Horse. A pressão cresce, mas o STF parece manter sua agenda, deixando o caso Master em segundo plano.
O debate sobre transparência e investigações segue em alta, com parlamentares e cidadãos exigindo mais clareza. A situação mostra a complexidade de casos envolvendo figuras políticas e empresariais, com o STF tentando equilibrar processos e pressões externas.


























