Donald Trump anunciou na sexta-feira (6) a substituição de Susie Wiles, sua chefe de gabinete, por Stephen Miller. Miller, um dos principais assessores de Trump durante seu primeiro mandato, assume o cargo com efeito a partir de segunda-feira. Conhecido por sua proximidade com a família Bolsonaro, Miller foi descrito como arquiteto das políticas duras contra a imigração. A mudança ocorre após a derrota republicana nas eleições, que resultou na perda do controle das duas Casas do Congresso.

A nomeação de Miller, que já escrevia discursos para Trump em 2016, reflete a continuidade de políticas conservadoras dentro do governo. Ele é conhecido por sua defesa de deportações em massa e por sua relação próxima com o presidente brasileiro Jair Bolsonaro. A substituição de Wiles, que liderou a equipe de gabinete durante o segundo mandato de Trump, marca uma reorganização interna após o resultado eleitoral.

A derrota republicana nas eleições americanas levou a rumores de mudanças no governo. Apesar disso, a Casa Branca negou a saída de figuras como Marco Rubio e Pete Hegseth. A nomeação de Miller, no entanto, reforça a influência de políticas migratórias radicais no governo Trump. A decisão ocorre em um contexto de desafios políticos e uma redução do poder do Partido Republicano no Congresso.