A Polícia Federal (PF) vive uma crise interna após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, iniciar uma apuração contra o diretor-geral da instituição, André Luiz Mendes, conhecido como Andrei. A situação se agravou com a divulgação de uma nota conjunta assinada pelos 27 superintendentes regionais da PF, que defendem a gestão de Andrei e reforçam a independência da corporação em relação ao STF.
A tensão entre a cúpula da PF e o ministro André Mendonça surge após suspeitas de irregularidades envolvendo o diretor-geral. A PF alega que a investigação é politicamente motivada e que a instituição está sendo atacada por parte do Poder Judiciário. A conversa entre Mendonça e o ministro da Justiça, que também está envolvido no processo, ocorreu no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi mediada por Jorge Messias, que atua como intermediário.
Os superintendentes da PF destacam a importância da autonomia da instituição e rejeitam ações que possam comprometer sua operação. A crise tem gerado debates sobre a independência da PF e sua relação com o Poder Judiciário, com a instituição buscando manter sua legitimidade diante do processo judicial.



















