A coligação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral Eleitoral para investigar possíveis vantagens ilegais recebidas pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL). A ação ocorreu após denúncias de benefícios não declarados, segundo informações da imprensa. Paralelamente, a pesquisa Datafolha revela que 89% dos eleitores de Flávio e 70% dos de Lula apoiam a redução da maioridade penal.
No segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro estão empatados com 50% de votos válidos cada um, segundo uma simulação recente. O candidato do PL participou de um comício em Salvador, onde esteve acompanhado por figuras políticas do seu partido. A campanha de Flávio também defende mudanças no rito de processo de impeachment no STF, segundo seu coordenador.
A disputa eleitoral intensificou-se com a divulgação de um vídeo do TSE em que Lula chamou Flávio de “mentiroso Master”. A ministra Estela Aranha avaliou que a peça não distorreu as falas do candidato. Além disso, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, visitou um aliado de Flávio, preso sob suspeita de ligação com o PCC, o que gerou questionamentos sobre a transparência das relações políticas.
O contexto eleitoral mostra uma polarização crescente entre os dois candidatos, com cada um contando com base de apoio sólida. A campanha de Lula, por sua vez, busca esclarecer possíveis irregularidades na campanha de Flávio, enquanto o PL reforça suas posições sobre reformas judiciais e penais. A eleição está se aproximando, com o segundo turno marcado por tensões e disputas por influência.
























