O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o ajuste no programa Bolsa Família, chamando a medida de "ato de desespero". A mudança, divulgada pelo governo apenas 17 dias antes do primeiro turno das eleições gerais, reduz o valor das bolsas e altera critérios de elegibilidade. Flávio, líder do PT, afirmou que a decisão foi tomada com o objetivo de gerar impacto político. O ajuste gerou reações de diferentes setores da sociedade, com críticas principalmente de parlamentares e líderes de partidos de esquerda. O governo justificou a medida como necessidade de equilibrar as contas públicas, mas a comunicação foi vista como estratégica para influenciar o eleitorado. A polarização política aumenta com a proximidade das eleições, e o ajuste torna-se um dos temas mais debatidos nas redes sociais e em manifestações.