Flávio Bolsonaro, candidato ao governo do Brasil no segundo turno das eleições, foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo aliados do senador, a derrota foi atribuída a uma estratégia "errática" e a um "salto alto" contra o ex-presidente. A campanha de Flávio foi criticada por excesso de confiança e por tentar reproduzir propostas do PT, segundo informações de fontes próximas.

O senador Flávio Bolsonaro, que concorreu sob o banner do PL, perdeu a eleição para Lula, que venceu com uma margem de 13,5 milhões de votos. A reação de Flávio ao resultado também gerou desconforto entre seus apoiadores. Alguns integrantes da campanha alegaram que a falta de consistência nas propostas e a participação de influenciadores na divulgação prejudicaram o desempenho eleitoral.

A vitória de Lula é vista como uma reação ao movimento de centro-direita que apoia Flávio. Aliados do petista monitoram o reposicionamento de partidos e lideranças que apoiaram o senador. A campanha de Flávio, que teve como foco a crítica ao governo anterior, não conseguiu mobilizar o eleitorado de forma eficaz.

A eleição foi marcada por um forte aumento de votos para Lula, que obteve mais de 81 milhões de votos. A vitória reafirma o apoio popular ao ex-presidente, que foi preso e condenado em 2021 por corrupção. A campanha de Flávio, por sua vez, foi acusada de não ter se adaptado ao contexto eleitoral e de ter cometido erros estratégicos.