Lula e Flávio Bolsonaro disputam eleição presidencial com campanhas acirradas. As pesquisas apontam que a disputa eleitoral de 25 de outubro de 2026 será uma das mais acirradas desde 1989. Lula lidera com 50% dos votos, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 50%, segundo levantamento recente. A campanha de Lula tem ganhado força no segundo turno, enquanto Flávio mantém liderança em pesquisas.

Os candidatos têm intensificado suas campanhas com atos nas ruas e divulgação de documentos. A campanha de Flávio e Lula exibiu 11 programas no segundo turno, com propaganda no rádio e na TV. O custo total da propaganda foi estimado em quase R$ 1 bilhão. Além disso, a Meta foi acusada de cobrar mais da campanha de Lula do que da de Flávio.

A disputa também envolve questões de sigilo. O coordenador da campanha de Lula acusou Flávio de ter relação com milícias e com o empresário Willer Tomaz, investigado pela PF. A campanha de Flávio e Lula entregou novos documentos após decisão de Mendonça, mas ainda não abriu os sigilos. A equipe de Lula pediu que a TSE seja "árbitro" para garantir divulgação de dados verídicos.

O contexto político mostra uma eleição marcada por tensões e acusações. Flávio, desafeto de Bolsonaro, declarou voto em Flávio contra Lula, alegando que Lula "perdeu a chance de governar o Brasil pacificando o país". A eleição será um marco para o Brasil, com implicações para a economia e a política nacional.