Lula venceu as eleições presidenciais do Brasil no segundo turno. O ex-presidente, candidato do Partido dos Trabalhadores, obteve a maioria dos votos, consolidando sua reeleição. Flávio Bolsonaro, seu principal adversário, perdeu a disputa.
A derrota de Flávio Bolsonaro gerou uma reavaliação nas estratégias políticas dentro do Partido Liberal. Líderes do PL admitiram o fortalecimento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que pode influenciar a composição do Congresso em 2027.
O ministro Cristiano Zanin prorrogou o horário de votação até as 19h, atendendo a pedidos das campanhas de Lula e de Flávio Bolsonaro. Levantamento do site G1 mostrou que apenas 35.521 votos foram registrados após as 17h, representando 0,8% do total.
Aliados de Flávio Bolsonaro adiaram a mea-culpa e atribuíram a derrota a políticas do governo de Lula. Um apoiador de Flávio, Rico Melquiades, reconheceu a vitória de Lula, apesar de ter declarado anteriormente que sairia do Brasil se o candidato perdesse.
O resultado eleitoral não alterou o andamento dos processos no Tribunal Superior Eleitoral, que continuam em andamento, incluindo os que envolvem elementos da candidatura de Flávio Bolsonaro.
A vitória de Lula também gerou críticas de parte da imprensa, que pediu união nacional e criticou o tom de campanha do presidente reeleito, que atacou Flávio Bolsonaro e a imprensa.
O novo mandato de Lula enfrenta desafios econômicos, segundo analistas, que alertam sobre a necessidade de ações rápidas para evitar críticas do mercado.



















