Marcola, ex-chefe de gabinete do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi excluído do conselho da Terracap após ser investigado pela Polícia Federal (PF), segundo informações da revista *O Estado do Oeste*. A decisão ocorreu após ele ter recebido R$ 249 mil de um lobista suspeito de tráfico de influência envolvendo Lulinha, filho de Lula, informa a mesma fonte. A PF aprofundou a investigação após denúncias de práticas ilegais que poderiam comprometer a integridade da estatal.

A exclusão de Marcola do conselho da Terracap foi confirmada por fontes da PF, que destacaram a gravidade das irregularidades apontadas. A investigação envolveu também ações de órgãos federais e ações de fiscalização da área, que buscaram esclarecer os possíveis desvios de conduta. A PF destacou que a conduta de Marcola foi considerada incompatível com o cargo público que ocupava.

O caso ganhou visibilidade após a queixa de Lula sobre a omissão de seu ministro na crise entre o ministro da Justiça e a PF, segundo a reportagem do *OGlobo*. A situação reflete um momento de tensão entre o governo e a instituição policial, com implicações políticas e éticas.