Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva disputam o segundo turno das eleições presidenciais no Brasil. A tensão eleitoral aumenta com manifestações em frente à Rede Globo e alertas sobre risco de crime organizado. O ex-presidente Lula, que busca um quarto mandato, evita discursos grandiosos, enquanto Flávio Bolsonaro, seu principal adversário, ganha apoio com campanha focada em segurança e economia.
O movimento "Levante Popular da Juventude" convocou manifestantes em frente à sede da Globo no Rio de Janeiro para cobrar transparência no debate entre os candidatos. A campanha de Flávio Bolsonaro, que venceu o primeiro turno no Rio de Janeiro com 53,01% dos votos válidos, intensifica ações de divulgação.
Lula, que lidera as pesquisas, alerta que uma vitória de Flávio Bolsonaro colocaria o crime organizado dentro do governo. O Partido dos Trabalhadores (PT) enfrenta críticas por uso de imagem não autorizada de Val Meliga, que trabalhou para Flávio Bolsonaro, durante o horário eleitoral.
A eleição, marcada por debates acalorados e campanhas polarizadas, reflete a divisão política no país. O segundo turno, previsto para ocorrer em outubro, será decisivo para o futuro do Brasil.
















