EUA realizaram ataques contra a ilha de Qeshm, no Irã, em resposta a disparos contra uma aeronave americana, segundo autoridades militares. A operação, descrita como limitada e defensiva, ocorreu na véspera de eleições nos EUA. As Forças Armadas americanas afirmaram que a ação foi necessária para proteger interesses nacionais.

A reportagem do Wall Street Journal informou que os ataques foram realizados horas após aproximações diplomáticas entre EUA e Irã. As autoridades americanas destacaram que a operação não envolveu uso de armas de grande porte. O presidente Donald Trump expressou dúvidas sobre a continuidade de ataques militares, mas não rejeitou a ação.

A tensão entre os dois países aumentou após o Irã disparar contra uma aeronave americana, segundo informações de fontes confiáveis. A ilha de Qeshm, localizada no Golfo Pérsico, é estratégica por sua proximidade com o estreito de Hormuz, um dos principais corredores de petróleo do mundo. A situação levou a uma queda de mais de 7% no preço do petróleo, refletindo preocupações com a instabilidade regional.

O Irã propôs reabrir o estreito de Hormuz em dois dias se os EUA aceitarem suas exigências, segundo notícias recentes. A proposta surge em meio a uma crise diplomática e militar que tem gerado inquietações sobre a segurança do abastecimento energético global. A situação atual reforça a complexidade das relações entre os dois países, com interações entre ações militares e tentativas de diálogo.