Lula, ex-presidente do Brasil, tornou-se um símbolo da esquerda política em protestos internacionais. Políticos e manifestantes em países como Chile, Itália, Líbano e França adotaram o gesto de Lula, conhecido como "fazer o L", durante manifestações. O movimento, que ganhou visibilidade em 2023, está associado a reivindicações sociais e políticas.

No Chile, o vice-ministro da Justiça, Luis Silva, renunciou após reduzir penas a abusadores. A decisão gerou críticas e foi vista como uma tentativa de alinhar políticas públicas com a agenda de grupos de esquerda. Silva divulgou um vídeo em que tentou se defender, mas a renúncia foi vista como uma reação a pressões internas.

Em França, manifestantes usaram o gesto de Lula durante protestos contra políticas econômicas e sociais. O movimento ganhou força em 2023 e se espalhou para outros países, incluindo Itália e Líbano. A imitação do gesto indica uma conexão simbólica entre movimentos de esquerda em diferentes regiões.

O uso do gesto de Lula está ligado a uma campanha política que busca unir diferentes grupos em torno de reivindicações sociais. A eficácia do movimento depende da capacidade de manter a coesão entre os participantes. A situação reflete uma tendência de mobilização política global, com foco em temas como justiça social e direitos humanos.