Pilotos e comissários de bordo dos EUA apresentam um risco elevado de desenvolver câncer relacionado à radiação, segundo um estudo publicado no periódico JAMA Internal Medicine. A pesquisa, baseada em certidões de óbito, revela que esses profissionais têm uma taxa de mortalidade 30% maior em comparação com outras categorias de trabalhadores.
A exposição à radiação cosmic e artificial, como a emitida por aviões em altitudes elevadas, é considerada um fator de risco significativo. O estudo analisou mais de 12 mil mortes e identificou uma correlação entre a profissão e o aumento de cânceres como leucemia e melanoma.
As autoridades de saúde estão revisando protocolos de proteção contra radiação para profissionais aéreos. A pesquisa chama atenção para a necessidade de monitoramento contínuo e medidas preventivas. Ainda não há recomendações específicas, mas a discussão sobre segurança ocupacional ganha força.
A indústria aérea está sendo pressionada para adotar novas estratégias de proteção. A pesquisa reforça a importância de políticas públicas que considerem o risco ocupacional em setores específicos.



























