O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reforçaram durante campanha eleitoral a defesa de políticas fiscais consideradas corretas para o Brasil. Durigan, em artigo na *The Economist*, destacou a estratégia do governo para consolidar as contas públicas e manter a estabilidade econômica. A posição foi apoiada por Lula, que também defendeu ações de transparência e responsabilidade fiscal.

Paralelamente, o governo enfrenta críticas sobre a possibilidade de impacto financeiro devido à proibição de bets, que pode reduzir receitas de patrocínios. O Palmeiras, por exemplo, perderia R$ 100 milhões em garantias, mas não prevê impacto dramático. Além disso, um programa de compra de dívidas de inadimplentes, mencionado em campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro, pode custar até R$ 10 bilhões, gerando debates sobre custo e eficiência.

A primeira-dama, Janja Lula da Silva, reagiu a ataques de Flávio Bolsonaro, que chamou Lula de "pai do tigrinho", referindo-se a jogos de aposta. A reação da família Lula reforçou a imagem de defesa contra críticas políticas. As campanhas eleitorais continuam a destacar políticas econômicas como um dos temas centrais.