Ex-deputado Victorio Galli, condenado por discursos preconceituosos, deixou o cargo de assessor de Jair Bolsonaro após apresentar um projeto de lei para retirar o título de padroeira do Brasil da santa que o país adora. A decisão ocorreu após a condenação judicial, que envolveu manifestações públicas com linguagem discriminatória. Galli foi nomeado em 2019, mas foi exonerado após a decisão judicial. O projeto, que causou polêmica, foi apresentado durante seu mandato como deputado federal. A renúncia de Galli ocorreu em meio a uma crescente pressão por transparência e responsabilidade política. A situação reflete um debate maior sobre a influência de figuras políticas na cultura nacional.