Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva estão empatados em uma sondagem recente, com ambos liderando com cerca de 45% dos votos, segundo pesquisa divulgada pela Real Time Big Data. A disputa eleitoral, marcada para o dia 4 de outubro, apresenta um cenário de equilíbrio entre os dois candidatos, o que pode levar a uma segunda rodada. O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL, tem apoiadores que criticam a postura de líderes religiosos, como o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, que foi acusado de apoiar Lula.

A campanha de Flávio Bolsonaro também enfrenta críticas por ter sido associado a mensagens trocadas entre o ex-ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que foram usadas como estratégia para desgastar Lula. Além disso, o candidato do PL tem enfrentado acusações de desrespeito a figuras religiosas, o que pode afetar seu eleitorado. Por outro lado, Lula, apesar de ter sido condenado em casos de corrupção, continua com forte apoio em estados como o Espírito Santo, onde a pesquisa indica uma vantagem mínima.

O The Economist, em análise da disputa, classifica a competição como "sombria", criticando as políticas econômicas e a corrupção, enquanto elogia o ex-presidente Renan Santos como possível candidato alternativo. A eleição, que pode definir o futuro do Brasil, está em um momento de tensão, com a população dividida entre os dois candidatos.

A segurança em Lisboa foi reforçada devido à expectativa de confrontos em Portugal, onde os eleitores brasileiros estão mobilizados. A disputa eleitoral está em um momento crítico, com a tecnologia e a gestão de saúde sendo temas de discussão entre os candidatos.