A democrata Deb Haaland foi eleita governadora do Novo México na terça-feira (3), tornando-se a primeira mulher indígena a comandar um estado dos Estados Unidos. A ex-secretária do Interior do governo Joe Biden, membro do povo Laguna Pueblo, venceu o republicano Gregg Hull, ex-prefeito de Rio Rancho. A vitória de Haaland foi projetada pela Associated Press antes do final das urnas.

Haaland, que é uma líder indígena, obteve 48,5% dos votos contra 46,3% de Hull. A eleição ocorreu em meio a um contexto político marcado por divisões entre partidos. A vitória reforça a crescente representação indígena em cargos políticos nos EUA.

A eleição em Novo México é parte de um processo eleitoral maior nos EUA, que inclui eleições intercalares. A vitória de Haaland tem implicações para políticas públicas e relações indígenas no país. A eleição também influenciou o mercado financeiro, com bolsas europeias em alta após a vitória dos democratas.

A eleição de Haaland é um marco histórico, simbolizando a inclusão de grupos minoritários na política norte-americana. Sua eleição vem após um aumento de visibilidade de líderes indígenas em cargos públicos. A eleição também reflete mudanças na dinâmica política dos EUA, com o crescimento do Partido Democrata em algumas regiões.