A Polícia Federal (PF) realizou operação de busca e apreensão em 49 endereços, conforme ordem do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação visa esclarecer se verbas públicas, originadas de emendas parlamentares indicadas pelo deputado Mario Frias (PL-SP), foram utilizadas para financiamento do filme "Dark Horse". A PF já havia alertado sobre indícios de ilegalidades, incluindo possíveis práticas de "letramento digital" e triangulação de empresas, que poderiam envolver o filme.
A decisão de Dino ocorre após uma série de movimentos no STF, incluindo a nomeação do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que foi elogiado por Lula como alguém de "total confiança". A investigação pode ter implicações políticas, já que envolve recursos públicos e ações de órgãos federais. A PF não confirmou ainda se houve desvios, mas a operação é parte de uma série de ações para fiscalizar o uso de verbas parlamentares.
A operação foi conduzida com apoio do STF, que já havia autorizado ações similares contra outras figuras políticas. A PF destacou que a investigação busca garantir a transparência e a legalidade no uso de recursos públicos. O caso "Dark Horse" está sob análise, e a conclusão da operação pode impactar o cenário político nacional.






























