A eleição de 2026 no Brasil entra em fase de preparação com a definição de regras sobre o consumo de bebidas alcoólicas durante o pleito. A lei seca, que limita ou proíbe o consumo de álcool em áreas de votação, é tema de debate em vários estados. A legislação varia conforme a região, com alguns estados adotando medidas mais rígidas e outros mantendo restrições mínimas.

Em São Paulo, a lei seca é aplicada em áreas eleitorais, proibindo a venda e consumo de bebidas alcoólicas nas 48 horas antes do pleito. Já em Minas Gerais, a proibição é restrita a zonas urbanas e áreas de aglomeração. No Rio Grande do Sul, a medida é opcional, dependendo da decisão do governador.

A lei seca tem como objetivo reduzir o número de eleitores que podem ser influenciados por efeitos do álcool durante o voto. O Ministério Público Eleitoral acompanha a aplicação das normas em todo o país, garantindo que as regras sejam cumpridas.

A legislação eleitoral brasileira permite que os estados definam suas próprias regras sobre o consumo de álcool durante as eleições, desde que não violem a Constituição Federal. A lei seca é uma prática comum em eleições municipais e estaduais, mas sua aplicação varia conforme a política local.

O debate sobre a lei seca reflete a preocupação com a transparência e a integridade do processo eleitoral. A legislação será revisada nos próximos meses para garantir que as normas sejam adequadas à realidade do pleito de 2026.