O debate eleitoral da TV Globo, previsto para a noite de quinta-feira (1°), foi cancelado após a confirmação da ausência do candidato Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada após o partido de Lula (PT) e outros concorrentes concordarem com o formato do debate, que incluía apenas candidatos que estavam em disputa no primeiro turno. Flávio, que era um dos principais participantes, não compareceu, o que levou ao cancelamento da atividade.

A ausência de Flávio gerou reações entre os candidatos. Zema, candidato do PSB, criticou a "insegurança política" e Caiado, do Republicanos, chamou o cancelamento de "atentado à democracia". Cury, candidato do PSL, defendeu mudanças no STF, enquanto Renan, do MDB, acusou Lula e Flávio de evitarem o confronto direto.

O cancelamento do debate também foi noticiado por veículos internacionais, que destacaram o impacto na democracia brasileira. A imprensa internacional observou a falta de transparência e a possibilidade de influência política na decisão.

O debate era uma das principais formas de divulgação entre candidatos, especialmente no primeiro turno. A ausência de Flávio, que tem uma base eleitoral forte no interior do país, pode ter afetado sua visibilidade. O PT, partido de Lula, acreditava que o cancelamento poderia prejudicar mais Flávio do que Lula, já que o primeiro está em disputa direta com o segundo.

O cancelamento do debate da Globo representa um momento crítico na campanha eleitoral, com implicações para a percepção dos candidatos e a dinâmica da disputa. A situação continua a ser acompanhada de perto por observadores e eleitores.