A TV Globo cancelou o debate presidencial previsto para quinta-feira após decisões judiciais que alteraram as regras do encontro. A primeira decisão, assinada pela ministra Estela Aranha do Tribunal Superior Eleitoral, atendeu a um pedido da coligação que buscava mudanças nas regras do debate. A Globo alegou que as decisões judiciais interferiram nas condições previamente acordadas para o evento.
O cancelamento ocorreu após a ausência de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, que não participaram do debate. Haddad afirmou que Flávio ficou com medo de debater com Renan Calheiros. O candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul, Van Hattem, decidiu votar em Flávio no primeiro turno e pediu que Renan também o faça.
O debate, que deveria reunir candidatos ao Palácio do Planalto, foi cancelado às pressas. A Globo justificou a decisão com a impossibilidade de manter as regras acordadas devido às mudanças judiciais. A ausência dos dois principais candidatos gerou impacto na dinâmica eleitoral.
O cancelamento do debate gerou reações entre os candidatos. Caiado criticou o cancelamento como um atentado à democracia, enquanto Cury defendeu mudanças no STF. Renan acusou Lula e Flávio de fugirem do confronto. A situação gerou discussões sobre a influência do Judiciário na política eleitoral.
























