A TV Globo cancelou o debate presidencial previsto para a noite da quinta-feira (1º), após duas decisões judiciais que modificaram as regras do encontro. A primeira decisão, assinada pela ministra Estela Aranha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu a um pedido da coligação. A segunda decisão, ainda em análise, alterou as condições para a participação dos candidatos. O anúncio foi feito menos de uma hora antes do horário marcado para o debate começar.

O candidato do PL, Flávio Bolsonaro, havia desistido de participar do debate na noite da quinta-feira. A desistência foi confirmada por seu partido e atribuída à interferência do Judiciário. O senador Flávio Bolsonaro, principal adversário de Lula na disputa eleitoral, havia sido convidado a participar do debate, mas decidiu não comparecer. A decisão foi vista como uma reação à retirada de púlpito de Lula, que foi considerada uma "gota d’água" para Flávio.

A TV Globo, que organizou o debate, informou que a decisão de cancelar o encontro foi tomada após as mudanças nas regras. A ausência de Flávio Bolsonaro e a alteração das regras do debate geraram uma reconfiguração nos cenários eleitorais. Segundo a Datafolha, Lula tem 42% e Flávio, 38%. O debate, que seria uma oportunidade para os candidatos se posicionarem diante do público, foi cancelado sem que os candidatos tivessem tempo para se preparar.

O cancelamento do debate presidencial ocorre em um momento de tensão eleitoral, com candidatos buscando estratégias para se destacar. A decisão judicial que alterou as regras do debate foi vista como um fator determinante na mudança de cenário. A ausência de Flávio Bolsonaro e a alteração das regras do debate geraram uma reconfiguração nos cenários eleitorais. O debate, que seria uma oportunidade para os candidatos se posicionarem diante do público, foi cancelado sem que os candidatos tivessem tempo para se preparar.