Flávio Bolsonaro, senador eleito pelo Rio Grande do Sul, deixou o Brasil e se estabeleceu nos Estados Unidos após ameaça de prisão, segundo afirmou seu assessor, Sanderson. A saída do político foi motivada pela possibilidade de ser preso se permanecesse no Brasil.

O governo dos Estados Unidos autorizou a entrada temporária de Flávio e da família no país, segundo o "NYT". O assessor de Donald Trump, Jason Miller, providenciou um jato particular para a viagem, segundo o mesmo jornal. O presidente norte-americano autorizou a entrada condicional por até um ano.

A fuga de Flávio ocorreu após ele perder a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente americano, Donald Trump, criticou as eleições brasileiras e chamou-as de "vergonha", um dia após a saída do senador.

O governo de Lula deve esperar que as tensões políticas diminuam antes de aprovar o novo embaixador americano no Brasil, segundo o "O Globo". A fuga de Flávio afeta a dinâmica política do Brasil, com a família Bolsonaro precisando se reorganizar no Congresso.

A situação também envolve ações de inteligência artificial, com Flávio ter declarado-se "presidente eleito" em uma carta, algo que foi corrigido após pressão dos EUA. O uso de uma ferramenta como o ChatGPT foi acusado de causar o erro.