Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, criticou novamente o Supremo Tribunal Federal (STF) durante uma agenda em Americana, no interior de São Paulo. Ele afirmou que os ministros do STF não podem ser agentes políticos do governo Lula. A declaração ocorreu na véspera das eleições, em um contexto de tensão política no Brasil.

O candidato também defendeu a reforma do Poder Judiciário, especialmente no STF, e criticou a ideia de que o tribunal seja tratado como uma "delegacia". Ele mencionou a necessidade de "consertar" o Judiciário e até sugeriu a possibilidade de acabar com o foro privilegiado. Durante o evento, Flávio destacou a importância de uma justiça mais eficiente e menos influenciada por interesses políticos.

Essa posição de Flávio vem em um momento em que o STF está envolvido em diversas ações relacionadas ao governo Lula. O candidato do PL também teve uma conversa com um ministro do STF indicado por Lula, o que gerou críticas sobre a influência do Executivo no Judiciário. A campanha de Flávio busca, com essas declarações, reforçar sua posição contra o que ele chama de "perseguição" ao seu partido.

O debate sobre a independência do Poder Judiciário e a influência política no STF tem sido um tema central nas eleições. Flávio Bolsonaro, ao criticar o STF, busca alinhar sua imagem a uma visão de justiça mais direta e menos envolvida em processos políticos. A eleição está marcada para o próximo mês, e as declarações do candidato podem impactar o cenário eleitoral.