O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de tentar "comprar o voto dos mais pobres" com o reajuste de 15,04% no Bolsa Família. A declaração foi feita durante um ato de campanha em Joinville, no Estado de Santa Catarina. O aumento, que eleva o benefício de R$ 600 para R$ 691, foi anunciado pelo governo em 15 de setembro.
Flávio afirmou que o reajuste é uma estratégia eleitoral para garantir apoio da população mais vulnerável. Ele também criticou ações de ministros do Supremo Tribunal Federal, mas evitou mencionar o julgamento do Caso Master. Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu que o reajuste é compatível com a responsabilidade fiscal.
O magistrado Gilmar Mendes, do STF, validou o reajuste como uma "atualização dos valores" pelo critério de correção monetária, afirmando que não houve violação eleitoral. Apesar das críticas, o governo justifica o aumento como uma medida de alívio para famílias em situação de pobreza.

























