O documentário "You Can See Everything", sobre Elizabeth Holmes, foi criticado por Tyler Shultz, ex-funcionário da Theranos. Shultz afirma que o filme omite informações essenciais sobre a fraude da empresa. O documentário acompanhou a rotina da fundadora por três anos e foi adquirido pela Sony. O filme foi lançado após a condenação de Holmes, que enfrenta pena de prisão. Shultz, que atuou como denunciante, acredita que a narrativa do filme é parcial. A Theranos, empresa de testes sanguíneos, foi fechada após acusações de falsificação de resultados. O filme gerou debates sobre a representação da fundadora. A crítica de Shultz destaca a necessidade de transparência na exposição de casos de corrupção. A Sony distribuiu o filme em mercados internacionais. A situação reflete a complexidade de casos envolvendo figuras públicas e empresas de tecnologia. O caso de Holmes é um exemplo de como a mídia pode abordar temas sensíveis. A discussão envolve ética e responsabilidade na cobertura de histórias de corrupção.