O Brasil deixou de utilizar o voto impresso após uma transição que durou mais de uma década. Antes da implantação das urnas eletrônicas, os eleitores marcavam suas escolhas em folhas de papel, que eram coletadas e contadas manualmente. Esse processo era lento e propenso a erros, especialmente em regiões com grande número de eleitores.
A votação impressa era realizada com o uso de lápis e papel, o que gerava preocupações com a segurança e a transparência. Em eleições importantes, como as de 1989 e 1990, o sistema foi criticado por sua ineficiência e possíveis fraudes. A necessidade de modernizar o processo eleitoral levou ao desenvolvimento das urnas eletrônicas, que foram testadas em 1996 e posteriormente implantadas em todo o país.
O sistema de votação impressa foi oficialmente encerrado em 2000, quando as urnas eletrônicas foram adotadas como padrão. A transição foi acompanhada por debates sobre a segurança, a confiabilidade e a aceitação popular das novas tecnologias. Apesar de algumas críticas iniciais, as urnas eletrônicas tornaram-se uma parte essencial do processo democrático brasileiro.



























