O deputado federal eleito Thiago Medina, aliado de Flávio Bolsonaro, admitiu estar organizando grupos anti-Lula nas universidades pernambucanas antes do incêndio que atingiu a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife. A declaração foi publicada em um blog na terça-feira, às 18h08. Medina afirmou que os grupos estariam atuando no segundo turno das eleições presidenciais. O incêndio ocorreu um dia após a revelação. A UFPE é uma das principais instituições de ensino superior do Brasil. A polícia investiga as causas do incidente. Não há informações sobre vítimas ou danos materiais detalhados até o momento. O caso gerou reações de protesto e preocupação entre estudantes e professores. A organização dos grupos foi mencionada como parte de uma estratégia política. A situação está sob análise da comunidade acadêmica e do governo. O contexto envolve a disputa eleitoral e a polarização política no país. A UFPE tem histórico de manifestações e debates políticos. O incêndio foi o primeiro ato de violência registrada em um campus universitário em Pernambuco. A reação do governo ainda não foi divulgada oficialmente. A situação pode ter implicações para a campanha eleitoral. A comunidade acadêmica pede transparência e responsabilização. O caso reforça a tensão entre partidos e movimentos sociais. A investigação segue em andamento.
Aliado de Bolsonaro revela grupos anti-Lula em universidades antes de incêndio na UFPE





















