Manifestantes venezolanos se concentraram em Nova York e em Caracas para protestar contra a presença da presidente interina Delcy Rodríguez na Assembleia Geral da ONU. A manifestação ocorreu no dia 22 de setembro, com grupos de migrantes rejeitando a participação de Rodríguez, que foi eleita líder do país após a saída do presidente Nicolás Maduro. Em Caracas, cerca de 50 opositores se reuniram para expressar descontentamento com a representação da líder interina.
A presença de Rodríguez na ONU gerou reações divididas. Enquanto alguns grupos a consideram legítima, outros a acusam de não representar adequadamente os interesses do povo venezuelano. Em Nova York, manifestantes se concentraram na sede da ONU para repudiar sua participação. Em Caracas, a oposição organizou uma reunião para discutir a situação política do país.
Além disso, a presença de Rodríguez foi tema de debates em diferentes meios. Alguns apoiadores destacaram a importância de sua participação como forma de manter a voz venezuelana no cenário internacional. Já críticos alegam que sua presença não reflete a vontade da população. A situação reflete a complexidade da crise política no país e a polarização entre diferentes grupos.
A reunião entre Rodríguez e líderes internacionais, como o presidente chileno Gabriel Boric, também foi tema de discussão. Embora os encontros sejam comuns em instâncias internacionais, a reativação das relações consulares entre Chile e Venezuela foi vista como um sinal de aproximação.






















