Durante o discurso na 75ª Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou "aniquilar" o Irã e afirmou que o regime cubano "vai cair". Suas declarações geraram reações em diferentes níveis, tanto dentro quanto fora do palco. A delegação cubana deixou a sala após ouvir as palavras do líder norte-americano, que criticou o país caribenho como um "fracasso completo".
Além disso, Trump mencionou a Venezuela e chamou o líder Nicolás Maduro de "criminoso fora da lei", anunciando uma operação militar em Caracas e um acordo de petróleo com o país. Sua postura agressiva também incluiu a menção de uma possível construção de duas bases militares em Groenlândia, em parceria com a Dinamarca.
A reação do secretário-geral da ONU, António Guterres, foi de ceticismo, destacando a necessidade de diálogo e cooperação internacional. Analistas observaram uma clara divisão entre o discurso multilateralista de Guterres e a visão nacionalista de Trump, que prioriza interesses nacionais sobre acordos globais.
A tensão entre ações unilaterais e a diplomacia multilateral foi evidente, com críticas de líderes como Lula da Silva, que questionou a intervenção dos EUA na América Latina. O clima na ONU reflete um momento de conflito ideológico e político.

























