Lula discursou na Assembleia-Geral das Nações Unidas em Nova York, criticando a interferência dos Estados Unidos na política regional e defendendo a soberania dos países latino-americanos. Seu discurso, exposto sem rodeios, contrastou com a postura do governo americano, que se reuniu com aliados do Escudo das Américas. O presidente brasileiro destacou a ameaça externa à qual seu país se sente exposto e afirmou que só ele é capaz de enfrentá-la.
Enquanto Lula chamou de "genocídio" as ações do premiê israelense em Gaza, ele fez referências indiretas a Trump, sem mencioná-lo diretamente. A crítica ao papel dos EUA na região foi reforçada por sua defesa da soberania e da independência política dos países membros do bloco. A posição do Brasil, segundo informações, se opôs à postura de Trump, que, por sua vez, ignorou Lula e ameaçou "aniquilar" o Irã.
O discurso de Lula também incluiu recados eleitorais, destacando a importância da democracia e da luta contra o crime organizado. Enquanto isso, o presidente argentino Javier Milei enfrenta dificuldades para ratificar um acordo comercial com os EUA, devido à falta de apoio no Congresso argentino. A tensão entre os líderes da região e os Estados Unidos continua a ser um tema central nas relações internacionais.


























