O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não poderá promover shows, números musicais ou outras apresentações destinadas a animar o público até o fim da eleição. A decisão foi tomada na sexta-feira (2), a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência pelo PL.
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, autorizou a proibição de eventos culturais envolvendo Lula, incluindo apresentações de artistas, durante o período eleitoral. A medida visa evitar influências externas na campanha do candidato. Apesar disso, a campanha de Lula poderá continuar com eventos políticos e debates.
A decisão ocorre em um contexto de disputa eleitoral acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro. Pesquisas recentes mostram que Flávio lidera em grandes centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo, enquanto Lula mantém vantagem em Minas Gerais. A campanha de Lula, no entanto, enfrenta desafios, incluindo a desistência de seu último debate e críticas sobre sua imagem.
O TSE já havia sido envolvido em escândalos envolvendo o STF, o que gerou incertezas sobre a transparência do processo eleitoral. A proibição de shows de Lula reforça a polarização entre os candidatos e a intensidade da campanha eleitoral. A eleição ocorrerá no domingo, com a possibilidade de segundo turno se nenhum dos candidatos obtiver maioria.























