A Universidade do Arizona anunciou nesta segunda-feira (12) que a oncologista Rachna Shroff, de 47 anos, faleceu após ser diagnosticada com um câncer agressivo. Reconhecida internacionalmente por suas pesquisas sobre tumores do pâncreas e das vias biliares, Shroff era uma figura respeitada na área da oncologia. A morte ocorreu após um diagnóstico nos EUA, segundo informações divulgadas pela instituição.
O sarampo está se espalhando nos EUA em ritmo alarmante, com mais de 30 anos sem um aumento tão significativo. Nova Iorque declarou estado de emergência, enquanto a Pensilvânia registrou mais de mil casos e cinco mortes. Em Portugal, três casos foram confirmados, e cerca de 400 pessoas próximas a um dos casos foram vacinadas. A alta cobertura vacinal mantém a doença sob controle no país.
O surto de sarampo nos EUA vem ocorrendo em meio a uma queda na taxa de vacinação em algumas regiões, com a desinformação e a hesitação em relação às vacinas contribuindo para a propagação da doença. A situação levanta preocupações sobre a eficácia das campanhas de imunização e a necessidade de reforço nas políticas públicas de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou sobre o risco de epidemias se a vacinação não for ampliada.
O retorno do sarampo nos EUA é uma preocupação global, especialmente com a possibilidade de contágio em regiões com baixa imunidade. A situação reforça a importância de manter políticas de vacinação eficazes e de combater a desinformação sobre doenças preveníveis.





























